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19 de maio de 2017

Pocket Park

Imagem: Áreas Verdes das Cidades

Ninguém pode negar que o caos da vida urbana é a fonte de estresse em muitas pessoas ao redor do mundo. A fim de amenizar este problema, surgiram os pocket parks, que são um tipo de “oásis urbano”.

Imagem: Áreas Verdes das Cidades


O parque de bolso -em tradução literal-  é uma ideia concebida por Thomas Hoving e o primeiro surgiu em 1967, em Nova Iorque, projetado pelos arquitetos paisagistas Robert Zion e Harold Breen.

Imagem: Áreas Verdes das Cidades

Imagem: Pinterest


Desde então, vêm ganhando espaço em diversos lugares como um refúgio na cidade.

Imagem: Sponzilli


Normalmente são implantados em pequenos vazios urbanos, onde não é possível construir nada.

Imagem: Componente Holding

 
Imagem: Rad Lab SD

Seu conceito é um espaço de convivência e pode ser usado para almoçar, ler, relaxar.

Imagem: Pinterest

Imagem: Sponzilli


Costuma ter mobiliário simples e pode conter vegetação ou não.

Imagem: Archall-Landscape

Imagem: Construct Birmingham

Ainda não é muito comum encontrarmos espaços como estes no Brasil, já que é uma ideia relativamente recente, mas pode ser um bom uso para aquele espaço ocioso que traz transtorno a vizinhança com problemas de falta de limpeza e de segurança. Talvez, com a mobilização da comunidade local, seja possível transformar o incômodo de um vazio urbano em um lugar agradável e seguro.






Um grande abraço e até a próxima!

13 de junho de 2016

TEVAP: Tanque de Evaporação

Imagem: Ecosan.ga

Pense num mundo ideal, onde todas as pessoas possuem casas próprias, construídas adequadamente num espaço urbano bem planejando e com toda a infraestrutura necessária. Não, isso não é nenhum trecho de música do John Lennon e, infelizmente, não é a realidade de muitas pessoas que moram no Brasil. Os problemas habitacionais não são exclusividade nossa, mas também estão longe de serem resolvidos por aqui.
Enquanto isso não acontece, algumas medidas paliativas são praticadas.

Imagem: Ecosan.ga


Uma boa opção sustentável para locais onde não há rede de esgoto é o Tanque de Evaporação (TEVAP), que já é utilizado em diversas partes do mundo.

Imagem: Emater

O sistema é um tanque impermeabilizado e fechado onde são depositados os resíduos sanitários. Lá, eles passam por fermentação em pneus, pedras e tijolos onde são decompostos.

Imagem: Aconteceunovale

A água contida no resíduo é absorvida por plantas, que ficam logo acima do TEVAP e são do tipo que necessitam de muita hidratação, como a bananeira, por exemplo. Os resíduos sólidos também são absorvidos como nutrientes.


Imagem: Alicercevivo

Algo muito interessante é que a água absorvida retorna ao meio ambiente através da evaporação pela transpiração das plantas. Daí o nome dado ao sistema.

Imagem: Alicercevivo

Por possibilitar este ciclo, o TEVAP é considerado uma forma ecológica de destinação de resíduos orgânicos, além de baixo custo e facilidade de implantação.






Um grande abraço e até a próxima!

7 de março de 2016

Parklets: Mais Pessoas, Menos Carros



Imagem: plarquitetura


E se, ao invés de uma ou duas vagas de carro, tivéssemos um espaço aconchegante, convidativo, confortável e PÚBLICO???
É isso o que propõem os parklets, que são pequenos espaços de convivência, situados à beira da calçada, onde existiam vagas.


Imagem: portalcentrosul

Imagem: folhavitoria


O primeiro parklet oficial foi instalado em 2010, em São Francisco, CA. Desde então, vem ganhando muitos adeptos, tendo chegado ao Brasil em 2013, trazido por uma ONG.
A ideia do projeto é ter menos carros e mais pessoas nas ruas, e a iniciativa de sua construção deve partir da comunidade local, de acordo com devida aprovação da prefeitura.


Imagem: karmatrendz


O espaço é pequeno, ocupa cerca de uma ou duas vagas convencionais, entre 10 e 20 m². Porém sua utilização é bastante ampla e engloba tudo o que pode comportar um espaço de convivência como encontros, almoços, jogos e até mesmo, festas.


Imagem: nomen

Imagem: folhavitoria

Imagem: brazilphotopressa



O caráter ‘público’ do parklet é o que nunca se deve perder. Público significa que algo é de todos e para todos. É importante fazer uma utilização consciente, preservando sempre, a fim de desfrutar por mais tempo de seus benefícios.





Um grande abraço e até a próxima!

9 de janeiro de 2016

Vá de bike!



 Imagem: ci


A vida moderna traz muitas facilidades ao cotidiano, mas com elas, surgem também alguns problemas, tanto no âmbito social, quanto no pessoal e até impactos na saúde.
O caos urbano é um bom exemplo disso. Existem diversas opções de meios de transporte com custo acessível, rotas pavimentadas, apps que nos indicam o caminho, etc. Mas também há engarrafamentos, acidentes, poluição proveniente de alguns tipos de veículos.
Os países mais desenvolvidos vêm, há bastante tempo, apostando em uma solução para muitos desses problemas: a bicicleta. 


 Imagem: biciplan
O meio ambiente tem sido a grande preocupação. Se cada indivíduo conseguir diminuir a sua emissão de agentes poluentes, já estará fazendo a sua parte, essa é a ideia.
Outra grande vantagem do uso da ‘magrela’, é diminuir os congestionamentos, otimizando o trânsito. Mais bikes nas ruas= menos carros= menos poluição= menos engarrafamentos. De acordo com essa lógica, ainda vêm como brinde, mais rapidez e segurança no deslocamento. 


 Imagem: efe

 Imagem: gazetadopovo

O fator econômico também pode ser determinante na escolha pelo ciclismo. Um carro, por exemplo, gera despesas com impostos, manutenção e combustível. Considerando que a manutenção de uma bicicleta é bem barata, não dá pra comparar a relação entre os custos. 



Imagem: mobicidade

 Imagem: bikespain

Além disso, os ganhos com saúde e qualidade de vida são incalculáveis. Só por ser uma forma de largar o sedentarismo e praticar uma excelente atividade física, já seria o suficiente. Mas o pacote vem com menos estresse, melhora do humor, maior produtividade no trabalho, sensação de liberdade e desafio constante. 


Imagem: seguindodicas

Imagem: entrenamiento

Mas então o que é necessário para mudar de vez os nossos hábitos e adotar a prática??
É preciso conscientização, mas não só isso. No Brasil, não existe muito incentivo ao uso de bicicletas como principal meio de transporte. Em muitos lugares, as ruas não são preparadas para esse tipo de tráfego e quando há ciclovias, nem sempre são como deveriam. Sem falar na escassez de bicicletários.
A primeira ciclovia do mundo foi inaugurada em 1862, em Paris, mas só chegou ao nosso país mais de cem anos depois, em 1977, no município de Campo Bom-RS. Isso mostra que, enquanto não é uma prioridade por aqui, nos países europeus, a realidade é bem diferente. Amsterdã é considerada a capital mundial da bicicleta e tem até uma ciclovia que gera energia para a cidade. 


Imagem: circolare

Imagem: oeco

Imagem: archdaily

Investir em políticas de incentivo ao transporte ciclístico pode trazer um bom retorno socioeconômico e urbano para um país ou cidade, pelos tantos motivos já mencionados, mas, por enquanto, por aqui, é o capitalismo quem dita as regras.







Um grande abraço e até a próxima!
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